Eleições na Fespesp

 

Amigos,

Nesta 2ª feira realizou-se mais uma eleição para a direção da Fespesp, Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo, a “Federação Associativa”.

Mais uma vez participo da direção desta Federação , que sempre posicionou-se na defesa do serviço público.

Foi assim em 2000 quando enfrentamos o Governo Mário Covas em sua tentativa de aumentar a contribuição previdenciária em SP;  em 2003 quando fomos à Brasília contra a reforma previdenciária;  nas campanhas pelo voto consciente (a partir de 2000);  na defesa dos contratados pela Lei 500  e a consequente efetivação desses servidores públicos em 2007;   nas discussões das reformas sindicais;  na formação dos grupos de discussão para campanhas salariais unificadas do funcionalismo paulista;  na formação do SINP  – Sistema de Negociação Permanente salarial (boicotado pelo Governo do Estado de São Paulo);  na defesa da contra partida de 2% para o Iamspe pelo Governo do Estado de São Paulo;  na defesa de uma Comissão Administrativa, Fiscal, deliberativa para o Iamspe; na atual campanha contra o PL 257; contra as terceirizações; pelo cumprimento do art 37 que prevê o reajuste salarial anual dos servidores públicos; na defesa dos aposentados (e o repúdio a qualquer forma de prêmio, gratificação ou bônus que excluam os aposentados); no repúdio ao projeto “escola sem partido”;

Enfim, são várias lutas, antigas e novas… permanentes ou transitórias, mas que sempre tiveram como fundo a defesa do direito básico da classe trabalhadora: um serviço público eficiente e voltado para os trabalhadores em geral.

Da minha parte, fico satisfeito por poder participar de mais uma gestão e esperando que em breve novos companheiros do Capesp possam assumir também essa tarefa, pois as lideranças devem ser renovadas.

Aos amigos que tenho na Fespesp, podem contar comigo para mais um período de lutas: Sylvio Micelli, João Elisio, Rita, Professora Wally, Michel Iório, Maricler, Volnei, Ivoneide, Katia, Tolói, Galbiatti, Agostinho, Lilian, Diógenes, Duarte, Irene, Gaspar, Camargo, Eduardo, Joacy e o Presidente José Gozze.

Enfim, preparado para os tempos sombrios que se aproximam.

 

 

 

 

 

O contínuo ataque ao serviço público, à educação pública e à previdência

O contínuo ataque ao serviço público, à educação pública e à previdência

Guilherme Nascimento e Igor Kobora

Recentemente artigo publicado na revista “Veja” causou indignação aos professores e professoras.

O articulista Cláudio de Moura Castro, apoiado em texto bem montado, destila uma série de meias verdades e desinformações para afirmar que a classe dos professores trabalha pouco, aposenta-se cedo e ganha muito!

Por falta de conhecimento ou má-fé (ou ambos), o economista em questão insinua que todos os professores se aposentam após 25 anos de trabalho… Primeira desinformação, pois professores aposentam-se após 30 anos de sala de aula (as professoras, sim, aposentam-se após 25 anos de magistério). Porém, desde 1998 esse “benefício” não é completo, pois a legislação determina idade mínima para aposentaria, e poucos profissionais do magistério conseguem fazer uso do benefício previsto, sendo comum trabalharem 5 anos a mais, sem respeitar as condições adversas de seu labor (motivo da redução em 5 anos do tempo de trabalho).

Quando o autor do texto começa a descrever os benefícios previstos em lei para reduzir o tempo de trabalho dos profissionais da educação, percebe-se claramente que o texto serve a outros interesses…

Ao falar sobre o cômputo da licença maternidade como tempo de trabalho, isto é, insinuando que as licenças maternidades deveriam ser descontadas da contagem de tempo para aposentadoria, revela uma sordidez gigante. O que espera o articulista? Que as professoras sejam esterilizadas? Que sejam punidas pela maternidade assumida? Ou a volta a uma legislação do século XIX?

Também insinua que as licenças para concorrer a cargos eletivos deveriam ser descontados. Mas, já são! Quando o profissional da educação pública sai candidato, ele deve afastar-se do cargo e o tempo afastado NÃO conta para fins de aposentadoria. Também afirma que faltas médicas deveriam ser descontadas… e absurdamente são! Quando afirma que a mesma professora ainda consegue tirar licença prêmio, o articulista demonstra claramente seu total desconhecimento da legislação em vigor, pois licenças médicas, faltas dia por motivo de saúde, afastamentos para concorrer às eleições são motivos para o integrante do magistério PERDER o direito a licença-prêmio.

O autor ataca a estabilidade do professor da rede pública e esquece que a estabilidade no serviço público é uma sobrevivente daquilo que era estendido a TODOS os trabalhadores, independentemente do setor público ou privado (ainda que neste último caso após dez anos de serviço). Estabilidade que foi usurpada por um outro governo golpista há cerca de 50 anos atrás, o governo militar ditatorial de Castelo Branco. Estabilidade que deveria ser para todos e não somente para o funcionalismo, pois assim era no passado que tanto escondem, fazendo o leitor a crer que o professor público é um privilegiado. E mais: o conceito de estabilidade atual não deve ser entendido como um salvo-conduto para a incompetência do trabalhador, como afirma o autor em mais um exemplo de crassa ignorância, e sim proteção contra a despedida sem motivo. É inclusive neste sentido que a Constituição Federal prevê a proteção contra a despedida sem motivo para o empregado privado e até hoje a previsão não foi efetivada por falta de vontade política!

Se tudo isso não bastasse, esquece-se o autor que o professor/a não trabalha apenas quando está em sala de aula, longe disso, pois as tarefas que cercam sua atividade obrigam que o professor gaste uma parcela considerável de seu tempo em atividades extra classe como preparação de aulas, correção de atividades e os incontáveis preenchimentos de documentos internos inerentes à atividade docente. Claro que isso poderia ser contornado se todos os entes da federação cumprissem a chamada “Lei e Jornada do piso salarial do magistério”. No entanto ela é constantemente burlada por interpretações maliciosas como, por exemplo, ocorre no Estado de São Paulo.

Por fim, chegamos à conclusão, maldosa, do articulista: Professor aposentado ganha muito!

Essa é uma das maiores maldades sobre o assunto.

A aposentadoria dos professores é tão ruim quanto a maioria dos trabalhadores brasileiros. Ela deveria ser maior, mais justa. Porém o colunista de “Veja” lança mão de argumentos tão sólidos quanto um balão de hidrogênio para incutir a ideia de uma futura reforma da previdência e de ataque ao funcionalismo como um todo (o PL 257 já esta no Congresso para ser votado). O mote da crítica é sempre dizer que o Estado Brasileiro não tem dinheiro e que por isso é preciso cortar gastos. Mas se ele não tem dinheiro, a pergunta a ser feita é: por que não há dinheiro para os direitos sociais?

Por exemplo, fala-se muito em deficit da Previdência para justificar a diminuição dos benefícios aos aposentados. Ocorre que o suposto “déficit da Previdência” é um dos maiores embustes que se empurra à sociedade brasileira. Não há déficit… a Previdência faz parte da Seguridade Social, com diversas fontes de financiamento, o que garante sua saúde financeira.

E antes de qualquer reforma, a sociedade deveria fundamentalmente debater com amplitude sobre a dívida pública brasileira que é responsável por consumir cerca de 45% do orçamento da União contra 25% da Previdência Social.

Apenas quando fizermos um debate sério e aprofundado sobre o perfil da dívida interna (isto é, quanto que o Governo Brasileiro paga de juros aos credores da dívida, se essa dívida é constitucional, qual a % do orçamento é reservado para esse fim e se isso é justo ) é que teremos avanços sociais efetivos, e não ficaremos a mercê de reformas da previdência e de outras “soluções” que apenas afastam a população dos direitos básicos fundamentais. Em outras palavras, é preciso discutir a justiça de uma decisão que retira direitos de trabalhadores e aposentados sob o argumento de cortar gastos enquanto que se mantém o pagamento de uma dívida monstruosa sobre a qual pairam graves suspeitas de fraudes e ilegalidades das mais diversas.

Para combater a má-fé, a desinformação e os diversos embustes dos inimigos das causas públicas (como o serviço público, a educação, a saúde e a previdência) o melhor caminho é discutir o perfil da dívida e entender mais a estrutura da previdência! Esse seria o melhor antídoto para combater textos tão inconsistentes (e danosos) quanto o publicado pelo semanário citado.

Guilherme Nascimento é professor da rede pública estadual desde 1979, Presidente do Capesp (Centro Associativo dos Profissionais de Ensino do Estado de São Paulo) e Tesoureiro da Fespesp (Federação das Entidades Representativas de Servidores Públicos do Estado de São Paulo).

Igor Kobora é advogado trabalhista, consultor em ações do direito dos servidores públicos e atende aos associados do Capesp.

Ato em defesa do Iamspe aconteceu em Santos

Amigos,

Nesta fria manhã de 5ª feira, 21 de julho, a CCM do Iamspe Baixada Santista e Litoral Sul realizou um ato público em defesa do Iamspe.

O Governo do Estado trata do saúde do funcionalismo como se fosse uma brincadeira… de mau gosto.

 

A manifestação ocorreu em frente ao prédio do CEAMA, em Santos e contou com a cobertura da mídia, inclusive da TV Record.

Funcionários do fórum, de escolas, professores, diretores  e servidores públicos aposentados   foram às ruas para denunciar a situação do atendimento médico do funcionalismo público estadual na Baixada Santista e Litoral Sul. Eram representantes dos diversos municípios da nossa região, como Mongaguá e Itanhaém, São Vicente, Praia Grande, Santos, Cubatão e Guarujá.

O Capesp esteve presente, e acabei sendo entrevistado pela TV Record, para  matéria do “Balanço Geral”, apresentado às 12 horas e reapresentado às 19 horas.

Entrevista à TV Record, durante o ato da manhã de hoje (21/07).

 

O tom da manifestação foi o que já é de conhecimento de todo funcionalismo: Demora na marcação de consultas, falta de procedimentos médicos nas diversas áreas, ausência de pediatria de urgência na Beneficência Portuguesa, a enorme dificuldade em marcar um exame de laboratório de imagem, o contínuo descredenciamento das clínicas que atendem o usuário do Iamspe. Além de nossas bandeiras históricas como o repasse da contrapartida do Governo do Estado de São Paulo em 2% da folha de pagamento do funcionalismo, Um Conselho Administrativo, que seja deliberativo e fiscal e a nosso repúdio a qualquer forma de terceirização no HSPE.

Mas não acabou…

Semana que vem tem mais!

E será no Hospital do Servidor Público Estadual!

 

 

 

 

 

Cosmos

Amigos,

As noites de julho podem reservar momentos bem agradáveis.

Como por exemplo, acompanhar a série “Cosmos – A spacetime odyssey”, narrado pelo astro físico Neil deGrasse Tyson.

 

Bem, quem espera um “repeteco” de Cosmos, de Carl Sagan deve estranhar no início, pois não é.

É difícil afirmar se é melhor ou não… diria que as duas séries são complementares. Logicamente o visual da série de 2014 é muito superior. Mas, a narrativa é surpreendentemente tão boa quanto a de 1980… claro, sem o mesmo  impacto da lógica desconcertante (algumas vezes) de Carl Sagan. As referências à série de 1980 estão presentes em diversas cenas, o que torna a obra uma continuidade natural do excelente roteiro original.

 

Cosmos é uma série para todas as idades, para todos os níveis de instrução…

 

Segue abaixo a música tema da série de 1980, composto por Vangelis, “haven & hell”

Em defesa do Iamspe

Amigos,

O atendimento médico pelo Iamspe ao funcionalismo público na baixada santista e em todo o estado de São Paulo vem ficando cada vez pior.

Demora no atendimento, clínicas e hospitais não renovando credenciamento, falta de verbas.

Esta na hora de mostrarmos que não estamos satisfeitos.

Esta na hora do Governo do Estado contribuir com sua parte no orçamento do Iamspe, esta na hora dele colocar os mesmos  2% que contribuímos.

Esta na hora de fiscalizarmos como o Governo de São Paulo gasta o nosso dinheiro no instituto.

 

 

Dia do Rock

Amigos,

Long Live Rock’n roll!

encarte do Álbum “Long live rock’n roll” do Rainbow (1978)

Coisa de alienado… ou não.

Ouvir John Lennon, Dylan, não é alienante…

Ouvir Peter Gabriel, Jon Anderson é um exercício de poesia.

Rick Wakeman, David Gilmour, são excelentes músicos e ouvi-los é sempre uma viagem.

Jimmy Page, Robert Plant, John Bonham e John Paul Jones formaram o incrível Led Zeppelin, que conforme afirmou Obama, tinha “um baterista que tocava como se sua vida dependesse disso”.

King Crimson, Pink Floyd, Rush, Rainbow, Genesis, The Who, Credence, Mamas and the Papas, Santana, Scorpions, Status Quo, David Bowie, Jethro Tull, Ramones, Wings, Stones, Focus, Jeff Beck, Joe Cocker, Hendrix, Janis…

Os brazucas  Mutantes, O Terço, Som Imaginário, Rita e o seu Tutti Frutti, Titãs, Paralamas, Legião…

E os melhores de todos os tempos, “the fab four”. Creio que o exemplo mais completo de como o talento e a criatividade eram superadas a cada gravação de um álbum. Ouvir a sequência: Rubber Soul, Revolver, Sgt Pepper’s, o Álbum Branco, Abbey Road e Let it be é o exemplo acabado da evolução como músicos e compositores.

Segue no link abaixo, “A day in the life” (do álbum Sgt Pepper’s, de 1967):

 

Erundina na Presidência da Câmara de Deputados!

Amigos,

Luiza Erundina na Presidência da Câmara de Deputados!

Que a bancada do PT, PC do B e PDT tenham juízo e votem em Luiza Erundina (PSol) para a Presidência da Câmara de Deputados.

Ao meu ver não há alternativa, não se pode admitir a votação em algum parlamentar que apoiou o golpe em Dilma.

Erundina, no lugar do nefasto Cunha!

Veja mais aqui:

http://www.revistaforum.com.br/2016/07/12/com-candidatura-na-camara-erundina-coloca-pt-contra-a-parede-nesta-quarta-feira/

 

 

 

Vai começar tudo de novo

Amigos,

Apesar da apatia geral, teremos “novas” eleições para Prefeito em Mongaguá.

Num quadro geral de desalento pela população das práticas políticas   de nossos representantes, Mongaguá deverá ter na próxima eleição um inédito conjunto de pré-candidatos à Prefeito.

Um deles deve ser o eterno Artur Parada Prócida (PSDB). O veterano político foi derrotado na última eleição (2012), no entanto ganhou a prefeitura graças a trapalhada de seu oponente na época, Paulinho Wiazowski (DEM) (que ao realizar propaganda irregular, perdeu o cargo).

Os tucanos de Mongaguá devem repetir a dobrada de 2012, isto é, Artur e Márcio Cabeça, o que não anima em nada aqueles que torcem por uma novidade no campo político.

A oposição deve ir ao pleito dividida, e coloque dividida nisso.

 

A principal candidato da oposição, ao menos por enquanto, é o vereador Jacó Neto (PP), que deve contar com Sílvio do Itaóca (PTB), como vice. Praticamente é o mesmo grupo político que atuou na campanha de Dr Pedro em 2012, contando novamente com o apoio do PT. PT, que devido a crise política desinchou, com a saída de filiados que migraram para partidos como PSDB e PSB (ambos aliados a nível estadual).

 

O DEM deverá lançar o vereador Rafael Redó ao cargo de Prefeito, com o vereador Badu (PSD) de vice. O ex-prefeito Paulinho vem apoiar a dupla, porém devido a seu afastamento da cidade nos últimos anos, é uma incógnita os dividendos eleitorais de seu apoio. Rafael Redó conta ainda com o prestígio de seu pai, e claro, de diversas pessoas pessoas da equipe da administração de Paulinho Wiazowski.

 

O vereador Renato Donato (PSB) surge também como pré-candidato, com a REDE indicando o cargo de vice. Aposta o seu sucesso em seus apoiadores nas redes sociais.  Vereador de primeiro mandato, aposta no “novo” como possibilidade de vitória.

Bem, “novo” é artigo em falta na política de Mongaguá.

Todos os candidatos tem práticas semelhantes, possuem a mesma origem. Isto é, ou são de famílias tradicionais ou são  políticos de carreira.

Não temos um candidato que tenha uma prática de tentar organizar a população.

Não temos um candidato que tenha sido em algum momento um líder comunitário, de associação de bairro, ou sindicato.

As pautas, salvo surpresas, devem ser as mesmas, isto é, bem conservadoras, Não teremos um candidato de esquerda, nem mesmo de centro. Pode-se dizer que as candidaturas num espectro “ideológico” estarão na centro-direita (PP/PTB e PSB/REDE) e na direita (PSDB e DEM/PSD).

A ausência de um grupo “à esquerda” é altamente preocupante em termos de perspectivas à classe trabalhadora e para a população mais pobre.

PSol inexiste em Mongaguá, assim como o PCB ou PCO.

O PC do B, em Mongaguá, deve-se manter na órbita do PSDB(!!!).

O PSTU, que já é bem pequeno, estraçalhou-se a nível nacional com o seu apoio ao golpe sobre Dilma. Tinha informações que lançaria candidatura própria, mas caso se concretize tal possibilidade, será uma participação simbólica, na minha avaliação.

E o PT?

Apesar dos esforços da sua direção municipal, onde a atuação do jovem presidente do partido (Fernando Felize) é uma boa surpresa, colhe os frutos dos erros de presidentes anteriores e da enorme crise política em termos nacionais. Aposta única e exclusivamente em candidatura à Câmara de Vereadores, mantendo-se na coligação montada desde a eleição passada, porém sem os mesmos problemas municipais de 2012.

Vejam que curioso: A Câmara de Mongaguá conta com quatro vereadores de oposição a atual administração, e TODOS deverão sair candidatos a cargos majoritários!

É de  se pensar não?

Dentro dessa difícil realidade, temos uma oposição que apesar das tentativas de alguns setores (entre eles o PT), fragmentou-se. O que em tese ajuda a situação (PSDB).

Sem novidades. sem alterações profundas, vamos para mais uma eleição com os mesmos nomes que rondam a política mongaguaense a pelo menos 10 anos.

Desta forma, como faremos o nosso voto?

Manteremos a atual administração? Optaremos pelo candidato de oposição com maiores chances de vitória?  Escolheremos o mais experiente? O Candidato mais ao centro? Ou aquele com verniz de “novo”, porém com as mesmas práticas passadas?

Espero que o povo, em sua sabedoria, saiba julgar.

Atualização de textos – A História do Santos FC

1935  – a campanha no Paulista:  http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1195

1935 – parte I:  http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1191

1934: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1165

1933: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1136

1932: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1110

1931: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1085

1930 – parte II: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1052

1930 – parte I: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1046

1929: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1033

1928: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1031

1927 – parte II:http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1019

1927 parte I: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1017

1926: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/1003

1925: http://prof-guilherme.capesp.org/arquivos/984

 

 

Atualização de textos – História do Santos FC

O ano de 1924: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/817

O ano de 1923: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/796

O ano de 1922: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/759

O ano de 1921: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/669

O ano de 1920: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/631

O ano de 1919: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/543

O ano de 1918: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/484

O ano de 1917: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/453

O ano de 1916: http://prof-guilherme.capesp.org/archives/289

Educação, Funcionalismo, Música, Política e Santos FC