Blog do Prof Guilherme

Educação, Funcionalismo, Santos FC… Música e palpites sobre Política

Jethro Tull,

Minstrel in  the gallery (1975)

Ian Anderson em grande forma, assim como toda a banda:

Ian Anderson – flauta e vocal

Martin Barre – guitarra

John Evan – teclado

Jeffrey Rammond – baixo

Barriemore Barlow – bateria

David Palmer – arranjos

Casa das máquinas  e o “lar de maravillhas” (1975)

Ao lado de “criaturas da noite” (O Terço), um dos melhores álbuns de rock progressivo tupiniquim.

Netinho (bateria) que fazia parte de “Os incríveis” comandava a banda com uma bateria gigante e exatidão nas baquetas.

Ficha técnica da banda:

Aroldo – vocal, guitarra e baixo

Carlos Geraldo -  vocal e baixo

Pisca – vocal e guitarra

Netinho – bateria

Marinho Testoni – teclado

Marinho Thomaz – percussão

Ilustração do álbum Caress of steel

Rush

Caress of steel (1975)

Ótimo álbum da banda canadense, talvez não muito badalada, porém um grande trabalho.

Gosto de “Bastille day” e “The Fountain Of Lamneth”, esta com apenas 19 minutos de duração…

Além de “The necromancer” – referência direta de “O senhor dos anéis” de JRR Tolkien.

Banda:

Geddy Lee -  vocal, baixo e violão

Alex Lifeson – guitarra

Neil Peart – bateria

Ilustrações de Hugh Syme

A obra prima de Belchior:  “Alucinação” (1976)

Um álbum que marcou uma geração…

Tempos de “Odara”, repressão e migração ao sul maravilha…

a realidade, a desilusão estampada cruamente em nossos ouvidos…

“A minha alucinação
É suportar o dia-a-dia
E meu delírio
É a experiência
Com coisas reais…”

“Não leve flores”, “fotografia 3×4″ e “como o diabo gosta” são imperdíveis…

“Alucinação”, “como nossos pais”, “velha roupa colorida” e “apenas um rapaz latino americano” são hinos de uma geração!

Álbum para se ouvir na íntegra…

Músicos:

José Roberto – teclados

Paulo César – baixo

Antenor – violão e guitarras

Marco G – Bateria

Ariovaldo  – percussão

Belchior – vocal

No 1º de maio, uma música dedicada às lutas dos trabalhadores do mundo inteiro:

A Internacional Socialista, escrita em 1871 (Eugènne Portier) e composta em 1888 por Pierre Degeyter, após a repressão à comuna de Paris. Em 1896 virou o hino do Partido Operário Francês e entre 1917 e 1941 foi o hino da URSS.

Veja a versão hard core dos “Garotos Podres” de 2003:

Operários - Tarcila do Amaral

No feriado dedicado ao trabalhador, John Lennon e a clássica “Working class hero”

Presente no álbum de 1970, John Lennon/ Plastic Ono Band

Além de “Working class hero”, podemos ouvir também “Mother”, “Love” e a impactante “God”

Músicos:

John Lennon – Vocal e guitarra

Ringo Star – bateria

Klauss Voorman – baixo

Phil Spector – piano

Billy Preston – piano

e  Yoko Ono

Imagem interna do álbum "Close do the Edge" - Ilustração de Roger Dean

A banda Yes

em “Close do the Edge”, (1972)

Yes em sua formação mais brilhante e espetacular:

Jon Anderson  -vocal

Chris Square – baixo

Bill Bruford – bateria

Steve Howe – guitarra

Rick Wakeman – teclado

Amigos,

Os professores da rede pública estão mais uma vez em greve.

Motivo há de sobra…

Pense em qualquer condição de trabalho para um trabalhador comum… as condições dos professores são piores.

Excetuando-se (talvez) a estabilidade e temos as piores condições de trabalho para profissionais com formação universitária.

Desde péssimos salários, condições de trabalho aviltantes e jornadas estafantes.

Passando por discriminação inaceitável aos professores temporários que não podem usar os serviços do IAMSPE.

Soma-se mais uma ameaça, não só aos professores, como a todos os funcionários públicos do Estado de São Paulo: A privatização do Hospital do Servidor Público.

Alia-se a isso a notória falta de disposição ao diálogo com as entidades do funcionalismo por parte do Governo do Estado (característica que sentimos o gosto amargo da indiferença desde 1995).

Então, mais uma vez os professores estão nas ruas.

Serão vitoriosos?

Não sei…

Porém, uma carreira só é valorizada se houver luta.

Uma profissão somente será lembrada pela sociedade, se seus problemas forem discutidas com elas.

Lamento mais uma vez a insensibilidade deste Governo… que mais uma vez empurra o magistério à greve. Mais uma vez…

Que neste ano a sorte nos sorria.

O mestre da MPB, Chico Buarque, em seu álbum de 1968 (Chico Buarque volume 3)

Com a participação de Toquinho, do MPB-4 e de Cristina Buarque. Arranjos de Lindolfo Gaya.

Obras-primas como Desatinando, Carolina, Roda-viva, Até 2ª feira e Funeral para um lavrador.

Chico Buarque em poesia, harmonia e densidade.

Para ouvir e nunca mais esquecer:

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