Blog do Prof Guilherme

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A obra prima de Belchior:  “Alucinação” (1976)

Um álbum que marcou uma geração…

Tempos de “Odara”, repressão e migração ao sul maravilha…

a realidade, a desilusão estampada cruamente em nossos ouvidos…

“A minha alucinação
É suportar o dia-a-dia
E meu delírio
É a experiência
Com coisas reais…”

“Não leve flores”, “fotografia 3×4″ e “como o diabo gosta” são imperdíveis…

“Alucinação”, “como nossos pais”, “velha roupa colorida” e “apenas um rapaz latino americano” são hinos de uma geração!

Álbum para se ouvir na íntegra…

Músicos:

José Roberto – teclados

Paulo César – baixo

Antenor – violão e guitarras

Marco G – Bateria

Ariovaldo  – percussão

Belchior – vocal

O mestre da MPB, Chico Buarque, em seu álbum de 1968 (Chico Buarque volume 3)

Com a participação de Toquinho, do MPB-4 e de Cristina Buarque. Arranjos de Lindolfo Gaya.

Obras-primas como Desatinando, Carolina, Roda-viva, Até 2ª feira e Funeral para um lavrador.

Chico Buarque em poesia, harmonia e densidade.

Para ouvir e nunca mais esquecer:

Uma das capas mais marcantes da MPB

Clube da esquina (1972)

Álbum duplo fantástico de Milton Nascimento e Lô Borges e os músicos:

Beto Guedes (baixo)

Tavinho e Toninho Horta (guitarras)

Wagner Tiso (teclados)

Robertinho Silva (bateria)

Rubinho (percussão)

Luiz Alves (Baixo)

Nelson Angelo (guitarras)

Arranjos de Eumir Deodato

Participações de Alaíde Costa,  Ronaldo Bastos, Lô Borges, Gonzaguinha, Fernando Brant, Paulinho Braga, Márcio Borges.

Raul Seixas

na conhecida, manjada e genial

“Tente outra vez” (1975)

do álbum Novo Aeon

Belchior,

Coração Selvagem (1977)

Música

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Capa dp álbum "Criaturas do noite" - O Terço (1974)

O Terço,

Hey, amigo (1974)

do melhor ábum de rock’n roll/MPB brasileiro em todos os tempos (na minha opinião…)

Mais uma marchinha  que atravessa o tempo…

Alalaô, com Carlos Galhardo (1941)

A irreverência muitas vezes provoca uma troca de deserto…

Saara é trocado por Zambumba…

Carnaval sempre foi um momento de ironia e algumas vezes de ser politicamente incorreto…

Jorge Goulart, e a “Cabeleira do Zezé” (1964)

Cena do filme "Entrei de Gaiato", com Moacyr Franco fazendo o papel de mendigo e cantando.

Outra marchinha, extremamente popular em determinados círculos políticos…

Moacyr Franco, Me dá um dinheiro aí (1960)

marchinha do filme “Entrei de Gaiato”, com Zé Trindade e Dercy Gonçalves

A marchinha de carnaval que todos cantam, principalmente alguns políticos de Mongaguá..

Carmen Miranda, “Mamãe eu quero” (versao ao vivo de 1951)

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