Déjà vu

Amigos,

2013 começouu em Mongaguá com a típica sensação de “déjà vu”.

Depois de dias de trânsito insuportável, filas intermináveis nos mercados e caixas de banco, tudo embalado ao som de estridentes funks, sertanejos e que tais, o turista da virada retorna ao seus lares.

São quilômetos de congestionamento na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, num trajeto previsto para ser feito em no mínimo em 6 horas.

Deixam na cidade dinheiro, sujeira e vizinhos aborrecidos.

No âmbito político temos a posse do Prefeito, Artur.

Artur teve menos votos que Paulinho, porém em decisão da Justiça Eleitoral tomou posse hoje. Ainda não é definitivo, o que torna a situação um tanto surreal.

Na Câmara de Vereadores o escolhido para a presidência da Câmara foi o vereador Baianinho. Baianinho foi eleito pelo PTB, partido que apoiou o candidato Dr Pedro, porém o vereador e seus apoiadores fizeram campanha explícita ao candidato do PSDB, Artur.

E assim segue a vida em Mongaguá…

Ano novo,  vida velha.

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5 opiniões sobre “Déjà vu”

  1. Outra proposta é a proibição de reeleições no Poder Legislativo, que fortaleceria a política como um serviço prestado à cidadania durante um determinado período e não como uma profissão continuada. Há também a discussão sobre o fim da remuneração dos vereadores, que para seus defensores seria uma maneira de atrair candidatos com um outro perfil. O voto distrital, ainda que misto, também estreitaria os laços entre eleitor e eleito e, portanto, aumentaria o controle social dos mandatos. Estas são apenas algumas soluções apresentadas para minimizar os aspectos negativos da profissionalização da política.

  2. Históricos como os do Sr. Laélson, infelizmente não são raros. Embalados pela falta de respeito dos políticos para com os cidadãos de Mongaguá, assim são os comerciantes e quase todo tipo de “prestadores” de serviços da cidade. Esses “profissionais”, em sua boa parte (se não a maioria), desrespeitam os moradores e os turistas, aumentando indiscriminadamente os preços de tudo durante a temporada, oferencendo produtos e serviços de péssima qualidade, com um atendimento sofrível e totalmente condenável. Vemos isso na padaria, no restaurante, na empresa de ônibus, no supermercado, no quiosque, no ambulante, na feira livre, no banco, no posto de gasolina, no salão de beleza, na oficina mecânica, nas lojas. Enfim, uma boa parcela desses profissionais não cumprem com absolutamente nada a que se comprometem, são estabelecimentos com higiene precária, ou nenhuma, com muitos oferecendo produtos com data de validade ultrapassada ou sem condições de ser consumida, e todo o tipo de desrespeito dos quais já fui vítima diversas vezes. Em protesto eu não consumo tais produtos. Mas como sempre tem alguém que consome, esse tipo de prática e de profissional se multiplicam pela cidade. Justamente por isso estou indo embora definitivamente de Mongaguá – uma cidade sem oportunidades, sem crescimento, sem perspectiva, sem progresso, sem ordem, sem lei, até sem prefeito! Como não se pode viver apenas de queima de fogos em datas festivas, em poucos meses espero me livrar desse pesadelo no qual se transformou viver em Mongaguá.

  3. Como sempre o morador paga o pato, barulho excessivo com musicas que só falam de depravação, sujeira, pessoas muito mal humoradas que nem parece que vem se divertir, e hoje pasme, fui comprar pão no supermercado primus do Itaguaí e na fila do pão a mocinha mudou o preço de R$ 6,99 para R$ 9,99 , fui obrigado a abandonar a fila em protesto e comprei pão de forma que saiu mais barato. Mas o turista não está nem aí e a gente é que paga o preço, mas quando a temporada acabar esses comerciantes dependem exclusivamente dos moradores, pena que aqui não é o Egito, se não eles estavam fritos.

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