Rede Social e a disseminação do ódio.

Absolutamente enojado de ler determinadas postagens.
Pregam a intolerância, o ódio de classes, na mais absoluta e revoltante desfaçatez.
Pregam o golpismo, o militarismo, a volta da ditadura.
Distorcem os fatos históricos e atuais… Inventam e mentem.
De certa forma isso sempre existiu…
Porém a “cara de pau” de alguns nos dias de hoje, absolutamente me deixa inconformado.
O que me enoja são aqueles que repetem mentiras sabendo que são mentiras.
O que enoja é a desonestidade intelectual daqueles que deveriam ter um mínimo de responsabilidade naquilo que escreve/ou posta.
Apostam e pregam o aumento da violência…
O individualismo sempre falando mais alto…
Fingem-se de “bonzinhos” mas semeiam o ódio… Hipócritas!
São fascistas dos mais diversos matizes, nas mais diversificadas formas. Infelizmente alguns são meus “amigos” (apenas na rede social)… felizmente apenas na “rede social”.
Se auto-intitulam “democratas”, não são!
Definem-se como patriotas, não são!
Dizem que são defensores da ordem e dos valores da família, não são!
Na verdade, são falsos como um nota de 3 reais, são violentos, preconceituosos e mesquinhos.
São pessoas que gostariam de viver num sistema escravocrata (desde que fossem os senhores de escravos, claro), se usasse imagem bíblica diria que são como sepulcros caiados.
Por fora, “limpos”, “alvos” e “puros” (até mesmo postando belas mensagens de “amor”)… por dentro fétidos e decompostos, como um sepulcro, destilando seu ódio e inconformismo.
Ah, caso tenha vestido a carapuça, por favor não venha comentar por aqui. Tenha um mínimo de amor próprio e não queira contra-argumentar. Não quero debate, não pretendo debater. Que guarde seus ódios e rancores em suas páginas (as quais não visito).

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3 opiniões sobre “Rede Social e a disseminação do ódio.”

  1. Me mantenho à distância das redes sociais como única forma que visualizei para evitar esse tipo de confronto. Já soube de arranca-rabos virtuais entre pessoas que se “amavam” na vida real, que demonstram a que ponto um indivíduo pode chegar por trás de um teclado ou touch screen.
    Há muito de ignorância, de gente oriunda de uma cultura formada na ditadura e que não sabe se expressar. Há outro tanto, também de ignorantes, que se fascinam com a prosa raivosa e delirante que perdeu os pudores de rosnar na grande mídia.
    Mas os piores, sem dúvida, são aqueles que sabem exatamente do que estão falando. Como disse Palmério Dória, tem que faça “contorcionismo filosófico”, classificando as declarações nazistas que lemos como tolices, ou um fardo a ser suportado em nome de um bem maior, a liberdade de expressão. Na mesma linha de raciocínio, teremos que aturar o racista defendendo o linchamento dos negros, o escravocrata clamando pelo seu “direito” de possuir seres inferiores e por aí vai…
    Triste…

  2. Olá!
    Penso que muitas pessoas que externam esses sentimentos são mais vítimas do que propriamente algozes. Para citar um amigo meu, observamos esses “fluxos desterritorializados”, essas ideias acriticamente aceitas como verdades absolutas, que varrem as sociedades. Para fugir de um pós-modernismo anti-estruturalista, acredito que são parte do sistema socioeconômico essas regulações ideológicas que visam alienar as pessoas das condições de produção e distribuição da mesma.

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