Arquivo da tag: FHC

A privataria tucana: Amaury Ribeiro Junior não deixa pedra sobre pedra.

Amigos,

O livro do jornalista Amaury Ribeiro Junior foi, finalmente, publicado.

O jornalista desnuda o processo de privatização das empresas nacionais no Governos tucano de FHC.

O livro é nitroglicerina pura!

Brizola Neto , em seu “Tijolaço”, mostra em artigo como funcionava o esquema de lavagem de dinheiro… são vários os envolvidos, inclusive aqueles que na última eleição posavam de santarrões…

Leia aqui: http://www.tijolaco.com/do-paraiso-fiscal-ao-paraiso-sp-a-conexao-citco-phc/

Sobre o livro, leia aqui: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-reportagem-investigativa-da-decada

FHC: PSDB não é de esquerda e (diz) nem de direita, o que é o PSDB?

Amigos,

A indagação acima é proveniente do “Blog Tijolaço”, do combativo Deputado Federal Brizola Neto (PDT-RJ).

Brizola Neto analisa a entrevista de FHC, onde o príncipe fala sobre “esquerda” e “direita”.

Vale a pena ler a matéria… http://www.tijolaco.com/a-alma-da-udn/

Afinal, você você consegue definir qual a linha política do PSDB?

Tucano em cima do muro... É o que diz FHC. Eu acho que eles já desceram faz tempo... e pularam para o lado direiro do muro...
Tucano em cima do muro... É o que diz FHC. Eu acho que eles já desceram faz tempo... e pularam para o lado direiro do muro...

FHC surtou?

Amigos, o ex-príncipe dos sociólogos, também conhecido por FHC, parece que surtou…

Depois de afirmar que o PSDB tinha que esquecer o “povão”, agora ele chama Lula para disputar uma eleição com ele…

No melhor estilo: “te espero na saída da escola”, ou “cuspa aqui, se for homem”…

Como a meninada diz: totalmente sem noção…

Eduardo Guimarães, em seu blog da cidadania também dá sua versão para os delírios verbais efeagaceanos,

veja aqui: http://www.blogcidadania.com.br/2011/04/fhc-perde-de-lula-por-3-a-2/

A política em São Paulo

Amigos, 

No blog do Nassif algumas análises da política e dos políticos paulistas… do PT, PSDB passando pelo DEM.

O texto é de Sergio Saraiva, além de comentários de Moacir Telles Maracaci e Dulce Maria Pereira.

O debate esta posto… os 20 anos de tucanato em São Paulo geram (ao menos) algumas reflexões…

Conheça as opiniões destes articulistas aqui: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-politica-paulista-transicao-ou-crise#more

Azenha recorda: Queriam que os brasileiros pedissem licença para andar em território brasileiro

fonte: http://www.defesabr.com

Amigos,

O Azenha dá um show!

Relembra, com documentos, o ano de 2000, quando FHC assinou um acordo com os EUA sobre a base de Alcântara (MA).

No acordo, era previsto que brasileiros teriam que pedir permissão ao Governo dos EUA para transitar na base aérea, ou seja, em território brasileiro!

Não deixe de ler:

http://www.viomundo.com.br/politica/o-dia-em-que-fhc-decidiu-alugar-um-pedaco-do-brasil.html

Um depoimento tocante

fonte: http://predadoranimal.spaceblog.com.br

Amigos,

Postarei na íntegra depoimento de Paulo Maldos, ex-assessor do CIMI (Conselho Indiginista Missionário):

Matéria originalmente em:  http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/uma-lembranca-para-marina-silva.html

Acho que é o caso de lembrar a Marina de onde ela estava em abril do ano 2.000.

No dia 22 de abril de 2.000 ela estava na estrada que liga Santa Cruz de Cabrália a Porto Seguro, junto com 3.600 indígenas, de mais de 180 povos, militantes do movimento negro, quilombolas, militantes do MST, estudantes, mulheres, militantes de inúmeros movimentos populares e sindicais, talvez mais de 10 mil ao todo, de todo o Brasil.

Ela tinha falado no Quilombo, que era o acampamento coletivo, no dia anterior, para alguns destes milhares de militantes.

No dia 22 de abril, logo pela manhã, foi desatada a repressão sobre todos e todas.

O Fernando Henrique estava na Cidade Alta de Porto Seguro, comemorando com o Presidente de Portugal.

Na estrada, a policia do Antonio Carlos Magalhães e as tropas do FHC jogavam bombas de gás, arrastavam negros pelos cabelos, espancavam indígenas e prendiam estudantes. Havia helicópteros e lanchas da Marinha no cerco.

Um indígena se jogou no chão da estrada, em frente dos soldados, que passaram por cima dele.

Encontrei a Marina com sua assessora Áurea, perdidas na estrada, escutando bombas e tiros próximos.

Coloquei as duas no meu carro, para escapar dali protegendo-as. Dentro do carro, a Marina falou calmamente que, se respirasse aquele gás, poderia morrer. Virei o carro para pegar um caminho de terra e ir em direção da praia. Ela pediu que não fosse, porque tinha visto soldados irem para a praia perseguindo estudantes.

Voltei com o carro prá estrada e levei a Marina até local seguro, longe da repressão e das bombas. Emocionado porque, segundo a nossa Senadora, eu talvez tivesse acabado de salvar sua vida.

Acho bom ela lembrar deste episódio neste momento, para pensar de que lado ela sempre esteve, e de que lado deve estar agora.
Um abraço fraterno